Sick Sick Sinners – Pecado é não curtir essa banda!! Entrevista, Resenha e Agenda!!

Sick Sick Sinners – Pecado é não curtir essa banda!! Entrevista, Resenha e Agenda!!
Psycho From The Heart!! o Sick Sick Sinners, já nasce Psycho, pois veio do fim de uma das bandas de psychobilly mais foda, seja do Brasil ou da gringa: Os Catalépticos.
Dessa maneira a banda já sai na frente… os caras se conhecem, sabem tocar, tem experiencia…ai facilita chegar num patamar que quase toda banda iniciante almeja.
Sick Sick Sinners
Para saber como rolou esse nascimento e tudo que rolou depois, Loco A Go Go, ajeitou uma entrevista com dois “insane boys” desse trio que vem detonando por onde passa e criando fãs show a show… com vocês, SICK SICK SINNERS!!
Loco A Go Go: Pra quem não sabe o Sick Sick Sinners, foi criada em 2005, é 66,6% do que era o Catalépticos, esses são? Vlad (guitarra e vocal) e Cox (baixo acústico e vocal). Os Catalépticos era uma das bandas mais importantes do cenário psycho nacional, então temos de começar perguntando por que uma terminou e começou a outra?
Vlad – Bom, Os Catalépticos foi uma banda que durou dez anos, de 1996 até 2006, foi uma banda que trabalhou muito e conquistou tudo o que os três integrantes mais queriam com ela, fizemos algumas tours internacionais, gravamos CDs por selos gringos muito importantes na cena psychobilly, tivemos um grande reconhecimento dentro da cena inteira especialmente nos Estados Unidos, acho que o objetivo da banda foi comprido, e depois disso acho que buscamos caminhos diferentes, e a partir da vontade de fazer um psychobilly mais amplo, não só porrada, surgiu o Sick Sick Sinners, e ai conseguimos fazer coisas que lembram mais rockabilly, ou até um pouco mais garage, country, coisas que não cabiam nos Catalépticos, e por isso montamos o Sick Sick Sinners.
Cox – Exatamente isso, conquistamos tudo que queríamos com Os Catalépticos e muito mais! A banda foi até além do que esperávamos! Aprendemos muito em todos esses anos, Vlad e eu só queríamos continuar a tocar um Psychobilly, também pesado, porrada, mas como ele falou, ampliando um pouco mais a musicalidade, e de certa forma, também criando a própria ‘cara’ do som do Sinners, que apesar de ter várias semelhanças com Os Catalépticos, também é bem diferente!
Loco A Go Go: Vamos falar um pouco das formações, dois dos três integrantes são trutas de muitos anos ai são os pilares da banda, mas já estamos na terceira geração de bateras. Quem foram eles e o que não deu certo?
Vlad – Todos deram certo, o Duma que foi o primeiro batera, foi muito fera e muito importante para a formação da banda. Mas tinha uma pegada mais surf, o Magrão gravou o Road of Sin, e também foi muito importante para a banda, mas depois de um cansativo tour que passou pela a Europa e Estados Unidos resolveu sair, estava com problemas nas costas.
Cox – Pois é, ambos foram peças fundamentais na formação da banda! Com Murilo Duma, que era da banda de Surf Psicotrópicos Deluxe, começamos os primeiros ensaios, fizemos as primeiras músicas, e gravamos a primeira demo… Foi muito legal, é um grande brother, e fez parte de todo início da história! Assim como Alexandre Magrão, que era da banda de Punk Rock Sarnentos deu outra pegada pro nosso som! Fizemos muita coisa com ele, tocamos em muitos lugares, Argentina, Uruguai, Chile, Estados Unidos, boa parte da Europa, e no Brasil, claro! Voltando dessa turnê de 2009 que Vlad comentou, ele saiu, daí que chamamos o velho brother Emiliano Ramirez pra fechar de vez o lance do batera!
Loco A Go Go: Agora acertaram as baquetas? O grupo está fechado?
Vlad – Com certeza, encontramos um batera que tem uma pegada mais pesada e que fechou com fechadura a proposta do Sinners, Emiliano Ramirez além de tocar ainda está desenvolvendo um papel forte na administração da banda.
Cox – Fechou de vez! Agora temos ‘o martelo’ na banda! Marretada comendo solta! É exatamente o que precisávamos pra fechar nosso som!
Loco A Go Go: Estamos ligados que alguns de vocês têm outras bandas, quais são elas e o quanto isso tem influencia no Sick Sick??
Vlad – Emiliano toca com o The Mullet Monster Mafia e 99 Noiz Again, e o Mutant Cox toca com o Hillbilly Rawhide, Three Bop Pills, AZT e também no 99. Eu e Cox de vez em quando ainda fazemos um som com Os Cervejas. Com certeza cada uma destas bandas traz influencias ao o que o Sinners faz e acho que a reciproca é verdadeira, o que enriquece de todos os lados.
Cox – Com certeza aprendemos muito tocando com outras bandas! Eu sempre gostei de tocar um pouco de cada das coisas que mais gosto na música, Psychobilly, Rockabilly, Country, Punk Rock, Surf, Blues, Metal, Ska, Hardcore… De certa forma, tá tudo interligado pra mim! Levo na bagagem tudo que aprendi com todos esses estilos, somando no final das contas influenciando e ajudando em tudo que faço!
Caramba, vamos checar o atula estilo deles??? Vai ai,  Hospital Hell

 

Loco A Go Go: Pode-se dizer que hoje o Sick Sick, toca mais na gringa que no Brasil. A experiência de vocês pesa muito nisso? Ou nossa cena é caída e a solução é buscar espaço lá fora?
Vlad –Tocamos aonde nos chamarem, claro que temos os nossos custos, o que as vezes é complicado para concretizar o show. O Brasil é grande e quando você coloca os custos de transporte na conta, mesmo com só 3 integrantes, e ainda por cima uma banda psychobilly o que não é uma coisa lá muito pop, fica difícil. Por incrível que pareça para um produtor gringo o Sinners fica mais viável. Mas claro isso tem haver com a cena, com organização, com divulgação etc…
Cox – Desde a época d’Os Catalépticos nos acostumamos a tocar quase todo ano fora, então logo quando iniciou o Sinners já começamos a sair pra tocar fora também! EUA, aqui na América do Sul, Brasil mesmo… Sempre nos empenhamos muito em fazer isso, conhecemos muita gente por esse mundo, que também sempre nos contatam e nos chamam pra tocar. Não tem como não ir! É o público em específico que realmente gosta da banda e quer ver tocando ao vivo!
Loco A Go Go: É melhor tocar lá do que aqui?
Vlad – Tocar no Brasil é bom demais, tocar fora também, não tem muita diferença em relação ao público ou qualquer coisa nesse sentido, é mais a organização que dependendo do lugar é muito mais organizado que aqui e em outros são menos, e tem outros lugares que até o sistema é diferente. Mas em relação ao público todos os lugares têm sido demais.
Cox – É bem isso, no final o que mais conta é quem está indo ver o seu show, do que o lugar em que está tocando! Temos uma grande ‘família’ espalhada por vários lugares do mundo. E aqui acho que temos um público animal também!! O que nos falta às vezes é mais o tempo pra poder fazer tanta coisa. Mas claro, uma organização melhor ajuda muito! Mas adoramos tocar em casa! É a nossa ‘casa’! E claro, adoramos viajar e tocar fora também! Como falei, temos muitos amigos e verdadeiros irmãos espalhados pelo mundo! É complicado dizer que um lugar é melhor que outro… O melhor sempre é aonde tem gente que realmente gosta e da valor para o que a gente faz! Isso não tem preço!
Loco A Go Go: Aproveitando a deixa…como veem a atual cena nacional, não só na linha psycho, mas o underground como um todo?
Vlad – Eu sinto muita falta aqui no Brasil disso que você tem feito, essa correria de não só falar do que vai acontecer, mas documentar a cena. Revistas, zines, programas de rádio, fazem toda a diferença na divulgação, é muito importante ter esses veículos para a galera saber o que esta acontecendo, quem ta tocando? Quem ta lançando? O que tal músico pensa sobre aquele assunto? Isso são as coisas que movimentam e mantém a cena quente. Isso infelizmente tem pouco no Brasil, espero que tenha mais.
Cox – É bem isso, concordo com o Vlad! A cena underground no Brasil é animal! Tem em praticamente TODO canto do país, mas às vezes só falta certa organização, atividade mesmo! Pois como é com tudo nesse país, qualquer coisa parece que é mais difícil do que fora. Menos estrutura. Mas não tem como dizer que nossa cena não é ‘rica’, pois é demais! Temos um pouco de tudo por aqui, e coisas muito boas! O que falta mais acho que é a tal da ‘condição’ ($) pra realizar os trabalhos!
Loco A Go Go: E falem um pouco dos eventos que vocês agitam…como Psycho Carnival!
Vlad – O Psycho Carnival é um festival que começou de brincadeira e hoje acho que é um dos festivais mais fortes da cena psycho , claro que é muito difícil disputar com line ups europeus aonde as bandas estão todas a no max. 1000 KM ou 1200 KM de distancia, mas acho que mesmo assim temos feito alguns line ups bem legais. É tudo muito cansativo e beira a insanidade, mas fazemos tudo com uma puta vontade de fazer o melhor sempre. Talvez tenham algumas mudanças para o próximo ano, mas ainda não temos muita certeza, a única coisa que eu posso dizer é que já fechamos duas grandes atrações.
Cox – Carnival sempre crescendo, isso é muito bom! É o principal evento que acontece no estilo na América do Sul, talvez um dos principais do mundo! Foi o lance que realmente fez nossa cena crescer e fortalecer! Mas ainda organizamos o Psychobilly Fest, que desde 96 faz pelo menos uma noite, ou duas, especialmente com Psychobilly em Curitiba! Mês que vem, Novembro, temos mais a 19º edição aqui, no lendário 92 Graus, dias 15 e 16! De vez em quando também fazemos o Psycho Attack Curitiba, entre outros eventos e bandas que trazemos de vez em quando. Não é direto, mas volta e meia estamos organizando alguma coisa pra não deixar a poeira abaixar!
Loco A Go Go: Vamos falar um pouco do som né? Qual a discografia de vocês?
Vlad – Temos o album “Road of Sin” que saiu aqui no Brasil pela Monstro, na Alemanha pela Crazy Love Records, e um EP o “Hospital Hell” que saiu na Europa em LP pelas Zombies Union, nos EUA em i-tunes pela Loveless Beat Records, e no Brasil também pela ZU e Monstro Discos.
Cox – O primeiro, nós gravamos e lançamos por volta de 2007, ainda com Magrão na bateria. Primeiro disco, vários clássicos e a primeira impressão do que era o Sick Sick Sinners! O EP foi em 2011, já com Emiliano, e traz uma sonoridade ainda mais pesada e porrada, eu acho. Ambos foram gravados em Curitiba no estúdio Audio Stamp, com nosso amigo Virgílio Milléo.
Loco A Go Go: Um desses discos tem 3 covers… quais são eles e por que foram escolhidos?
Vlad – Isso, no “Hospital Hell” resolvemos fazer algumas homenagens, tentamos não decepcionar e gravamos três bandas que são muito importantes para o Sinners, do Toy Dolls tocamos “Pot Belly Bill” dos Ovos Presley “Cadillac Podrera” e Motörhead, “The Hammer”. São bandas que com certeza tem uma puta influência na banda e achamos que seria legal fazer as nossas versões das músicas deles. Espero que a turma goste.
Cox – Bem isso, é uma homenagem a bandas que sempre foram muito importantes na nossa influência! Toy Dolls sempre foi influência forte no nosso jeito de tocar, compor, desde a época dos Cervejas, as guitarras do Vlad principalmente, acho que puxa bastante o lado cavalgado do Olga, ou alguma coisa de solos… Ovos é já uma ‘entidade’ do rock Curitibano, são totalmente família nossa, grandes irmãos de luta, principalmente no Psychobilly, e que ainda estão em atividade, fortes como nunca! Achamos perfeito fazer essa homenagem a uma das mais importantes bandas de nossa história local! Também importante para mostrar para pessoas do mundo inteiro que não os conheciam, um pouco do som deles! E Motörhead é Motörhead né? O que falar?!? Mandamos um The Hammer, já aproveitando pra apresentar o novo baterista Emiliano ‘The Hammer’, que foi justamente quem escolheu tocar essa música!
Loco A Go Go: Também sabemos que tem vários sons novos agilizados, verdade? Isso significa disco novo em breve?
Vlad – Estamos com o esqueleto do disco novo meio pronto, queremos lançar no máximo até o meio do ano que vem antes da tour na Europa, mas também queremos lançar um single antes disso, bom, se tudo der certo muito em breve já vamos ter um materialzinho. Um single, vamos ver, novidade para o carnaval!
Cox – Esse é o plano! Vamos tentar fazer algo, que seja um EP curto, mas alguma novidade deve sair até o carnaval! E as músicas novas estão ficando muito massa! O velho estilo já do Sinners, pesado, porrada, mas variando um pouco em cada som.
Loco A Go Go: Vamos ao lado “arte” da banda… Primeiro os vídeos. Quem cria, produz e dirige? Quantos vocês tem?
Vlad – Temos 2, o nosso primeiro clipe, “Beer and Flesh Meat” quem dirigiu foi o pessoal da Destilaria Vídeo, que depois gravou a gente num projeto deles, o Laboratório, que não é um clipe, mas é um material legal num take só, ao vivo, acústico da música “Unfinished Business” e o outro vídeo, o “Hospital Hell” foi dirigido pelo Raul Machado. Mês que vem vamos gravar um novo vídeo, de uma música nova,”We Wanna Drink Some More” com direção do Rodrigo Barros Del Rei, todo esse material tem um pouco da nossa mão, mas basicamente é os caras que criam e produzem, tentamos construir juntos para ficar a cara da banda.
Cox – Essa nova também deve entrar no novo EP.
Loco A Go Go: E contem um pouco da repercussão do “Beer and Flesh Meaet” e como o fato dele ter bombado influenciou a banda?
Vlad – O clipe ficou muito fera, e com certeza ajudou demais a banda se divulgar, isso é sensacional, por que com um material legal de vídeo hoje com a possibilidade da internet para divulgar a banda pode fazer um puta barulho, com certeza o clipe foi bem importante para a banda.
Cox – Nos trouxe muitos contatos, shows em diversos lugares… Acho que ajudou demais a espalhar o som da banda! Hoje em dia ter ‘imagem’ é essencial pra divulgação!

Brechinha style, pra vermos o video né? Beer and Flash Meat

Loco A Go Go: Agora a arte do CDs, especialmente do Hospital Hell que é linda!! Contem um pouco sobre ela!!

Vlad –Valeu!! Então essa é uma das partes que o Emiliano Ramirez também acaba ajudando na banda, fora marretar a batera, ele deu o toque deste artista canadense, conversamos com ele, o cara se interessou e mandamos bala, e o cara conseguiu fazer uma coisa que realmente gostamos muito.
Cox – Chama-se Felix La Flamme. Ele faz muitas capas de disco de Metal, e gostamos demais dos trabalhos dele! Rolou o contato, e mandamos ver!

Não posso deixar de dar a chance de vocês conhecerem melhor esse Ilustrado de primeira linha: Site de Felix La Flamme

 

Ilustração de Felix La Flemme

 

Loco A Go Go: Bom, hora do Merchandising, a Diabólica (cerveja de Curitiba) tem estreita relação com a banda… mais uma história que vocês tem de dividir com a gente… e ainda mais onde achamos essa delicia pra tomar em Sampa (pode passar o endereço que vende mais barato, por que nois é duro, mais ama cerveja).

Vlad – Hahahahaha A Diabólica é um projeto meu com dois sócios, e estamos lutando com todas as armas para conseguir baixar esse preço, a ideia da cerveja é estar junto com a cena, então de maneira nenhuma pode ser esse preço. Cara a cerveja esta nos bares e lojas especializadas em cerveja, mas em breve queremos estar em mais lugares, supermercados, casas de show etc… . se eu souber de algum preço bom eu te aviso!
Cox – Valeu demais seu Flávio pela força que sempre dá pra gente, e principalmente a cena underground!!! É o que ajuda a fortalecer e manter a cena viva! Até o dia 31, no Halloween do Ozzie Pub!!!

Curte uma bebericagem? É Maior de idade?

Ai vai o Face dessa perdição: Face da Diabólica

E nada de beber e dirigir… !!!

Já disse!! Menores do Cacete… não entrem na porra do SITE!!!

 

 

 

 

Agora vamos dar uma espremida nos disquinhos do Sick Sick Sinners!!

 

Sick Sick Sinners – Road to Sin (Montro Discos – 2008) 


 

Faixas:
01. Evil Cabin
02. Nitro Girl
03. Beer And Flesh Meat
04. Bloody Hands
05. Miss Joana
06. White Sand Hills
07. Road Of Sin
08. Zombie’s Union
09. Cold Blood Killer
10. Voodoo Queen
11. Army Of Light
12. Curitiba Rotterdam Psycho
13. We Are The Sick Sick Sinners & Girls
Insano… primeiro disco do Sick Sick, que vem com um Psychobilly tensão… sempre pesadão e com ar de malvado.
Já no primeiro som uma inserção macabra… que serve pra ditar o que esta por vir!! Ai a banda senta o pau, rápido, sem ser exagerado, o Sick Sick, mostra saber usar as medidas certas em suas musicas.
Nessa instrumental o ouvinte descobre que os caras sabem o que fazem com os instrumentos na mão…. caiamos agora nas “canções” com vocais…. que alias são cantadas. Isso mesmo, não é um pleonasmo, mas disse isso pra deixar claro, que não é uma berraria sem direção, mesmo muito forte o som é realmente cantado, acho isso bom pra caralho, já que adoro entender o que a banda canta!!
E o disco se desenrola nessa toada, definitivamente não recomendado a quem curte, musicas tranquilas e suaves.
Meus destaques ficam pra: Beer and Flesh Meat e Miss Joana.

NOTA:

3 PINTS e Meio!
Sick Sick Sinners – Hospital Hell (Montro Discos – 2011) 

 

Faixas:
01 – Hospital Hell
02- Potty Belly Bill
03- Diabolica Sed
04 – Cadillac Podrera
05 – Unfinished Business
06 – The Hammer
Caracas!! Já no primeiro acorde cacetada pura… mas lembrando, sem ultrapassar os limites do cabível (ressalto isso, por que REALMENTE acho que tem muita banda por ai que só sabe baixar o braço, sem transmitir nada, velocidade só pela velocidade é um lixo)…bom só nesse comecinho já coloca Hospital Hell como uma das prediletas!!
O EP é dividido 50/50…entre cover e autorais. Nas cover Toy Dolls (Potty BellY Bill), Motorhead (The Hammer) Otima!! E um cover de uma banda brasileira de Psycho que adoro: Ovos Presley (Cadillac Podrera) Demais!!
O disco é finalizado com Diabolica Sed…que com os vocais do Batera Señor Emiliano rola  meia letra em castelhano e  meia em inglês e Unfinished Business.
No quesito produção…um mega destaque pras ilustrações do canadense Feliz La Flemme pirei na capa!! E lembro que vem um clip de Hospital Hell.
Bom é isso galera e pra deixar o serviço completo… a dica de um show deles aqui em Sampa no Halloween… cola que vai ser rebento máximo!!
NOTA:      3  PINTS e Meio!

Agora que você manja tudo de Sick Sick Sinners…só resta conhece-los ao vivo:

 

SICK SICK SINNERS, LOS KAHUNAS E BAD MOTORS, ESPANTANDO A MONOTONIA DO SEUS
HALLOWEEN!!!

 

 

É isso…tamo lá lá no Ozzie na quinta….
Flavio Loco Ferraz

(Fotos da matéria tiradas da internet em geral)

Quer mandar material da sua banda e/ou evento pro Loco A Go Go???

Escreva para:

Flavio

Caixa Postal: 25925

CEP: 05513-970

São Paulo – SP

 

2 Comments

  1. Loucura total

    Conheço esses malucos de Curitiba e sou fã incondicional.

    Sonzeira porrada sem perder o rumo.

    Abçs ao Vlad e Cox

    Parabens pela entrevista

  2. Puta entrevista massa essa… parabéns cara… sem sombra de dúvidas minha banda preferida!

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